Inovação: rasgo individual ou engenho colectivo? Texto muito conciso sobre o conceito de inovação, de José Portela PORTELA, José, 2005, “Inovação: rasgo individual ou engenho colectivo”, Mãos - Revista de Artes e Ofícios, Nº 27-28, p. 51-53.
http://pt.kaizen.com/home.html http://pt.kaizen.com/uploads/tx_nppresscenter/Kaizen_Forum_Nr_10.pdf
Nos últimos três anos, o Kaizen Institute Portugal tem apoiado importantes empresas eorganizações tais como o Grupo Bosch, a Salvador Caetano (cujo projecto Kaizen é relatadonesta edição do Kaizen Fórum), o Hospital Geral de Santo António e a Sonae (só para citar
alguns casos). in Kaizen Forum Maio 2008.
Kaizen (do japonês, mudança para melhor) é uma palavra de origem japonesa com o significado de melhoria contínua, gradual, na vida em geral (pessoal, familiar, social e no trabalho).
Nos anos 50, os japoneses retomaram as ideias da administração clássica de Taylor e as críticas delas decorrentes para renovar a sua indústria e criaram o conceito de Kaizen, que significa aprimoramento contínuo. Essa prática visa o bem não somente da empresa como do homem que trabalha nela. As empresas são munidas com ferramentas para se organizarem e alcançarem sempre resultados melhores. Partindo do princípio de que o tempo é o melhor indicador isolado de competitividade, actua de forma ampla para reconhecer e eliminar os desperdícios existentes na empresa, sejam em processos produtivos já existentes ou em fase de projecto, produtos novos, manutenção de máquinas ou, ainda, processos administrativos. “Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje!”
Para o Kaizen, é sempre possível fazer melhor, nenhum dia deve passar sem que alguma melhoria tenha sido implantada, seja ela na estrutura da empresa ou no indivíduo. A sua metodologia traz resultados concretos, tanto qualitativamente, quanto quantitativamente, num curto espaço de tempo e a um baixo custo (que, consequentemente, aumenta o lucro), apoiados na sinergia gerada por uma equipa reunida para alcançar metas estabelecidas pela direcção da empresa.
Kaizen – Os 5 “S”
1. SEITON significa providenciar a ARRUMAÇÃO e deixar tudo em ORDEM – todos os materiais (sejam quais forem) necessitam ser mantidos em ordem, para que possam ser encontrados de imediato e estejam prontos para uso sempre que necessários. Deixar as coisas no lugar certo, para não se perder tempo e gastar energia desnecessária, procurando-as.
2. SEIRI significa evitar o DESNECESSÁRIO – separar o desnecessário do necessário, e guardá-lo num lugar que lhe é próprio, para que não atrapalhe a rotina de trabalho ou qualquer outra actividade. Disponibilizar as coisas realmente necessárias ao trabalho e aquelas desnecessárias guardá-las ou “passá-las para frente”. Guardá-las, porque futuramente poderão ser necessárias; “passá-las para frente” (doar) porque aquilo que é desnecessário para um, pode ser útil para outro.
3. SEISO significa manter sempre LIMPO – o local de trabalho ou qualquer outro lugar, com tudo em ordem e somente com o necessário, para que a sujidade não atrapalhe a produtividade nem provoque má qualidade na produção.
4. SEIKETSU significa manter a HIGIENE – tornando o ambiente saudável e agradável para todos.
5. SHITSUKE significa DISCIPLINA – não só aprender e seguir os princípios anteriores como hábitos salutares e invioláveis, como também educar-se com carácter firme e honrado, para vencer na vida.
A paisagem vegetal e agrária do Alto Douro Vinhateiro, J. Ribeiro
No seguimento da palestra realizada hoje (15 de Março) pelo Professor Emérito da UTAD José Alves Ribeiro, deixo dois documentos do nosso interesse fornecidos pelo Prof: J.Ribeiro:
"Rural development: improve rural economy to fight desertification"
Projecto interessante no deserto de Sahel, Nigéria. Notem como usaram "tecnologia tradicional" para combater a desertificação e fomentar o desenvolvimento!- geoagros Mar 2, 2010
Desenvolvimento rural na Nigéria- geoagros Mar 2, 2010
Novo estudo sobre bens públicos proporcionados pela agricultura na UE
A política agrícola comum desempenha um papel fundamental na ajuda à produção de bens e serviços ambientais pelos agricultores, desde que as políticas pertinentes sejam orientadas de forma adequada. Esta é a mensagem principal de um relatório elaborado para a DG Agricultura e Desenvolvimento Rural pelo Instituto para uma Política Europeia do Ambiente, hoje (26 Jan 2010?) publicado. O relatório constitui uma primeira tentativa para identificar toda a gama de bens públicos ambientais proporcionados pelos agricultores europeus e expõe os argumentos a favor do seu pagamento pelo erário público. O estudo identifica uma vasta gama de bens públicos ambientais e sociais diversos fornecidos pelos agricultores europeus, incluindo paisagens culturais valorizadas, aves das terras agrícolas, tais como a abetarda e a águia imperial, ameaçadas de extinção, e os prados que albergam inúmeras espécies em toda a Europa. Além disso, ao trabalhar o solo, os agricultores contribuem para a armazenagem do carbono e a manutenção de água e solos de alta qualidade. Os resultados deste estudo chegam numa altura em que o debate sobre o futuro da PAC se intensifica e em que estão a ser discutidos os objectivos e prioridades da PAC para o período pós-2013. O estudo conclui que uma política bem orientada, com objectivos claros e recursos orçamentais suficientes, será essencial para assegurar que os bens públicos produzidos correspondam às expectativas da sociedade.
O estudo demonstra que o público europeu atribui um elevado valor a esses bens públicos, mas os dados indicam que o seu nível de fornecimento é insuficiente. Segundo o estudo, a PAC dispõe de uma série de medidas que ajudam os agricultores a produzir bens públicos. A combinação de pagamentos directos e condicionalidade apoia o fornecimento de bens públicos a um nível básico numa vasta proporção da área agrícola da UniãoEuropeia. As medidas de desenvolvimento rural, tais como as medidas agro-ambientais, fornecem incentivos aos agricultores para que estes produzam uma vasta gama de bens públicos de uma forma mais orientada.
O relatório conclui que grande parte desses bens públicos não são fornecidos em quantidade suficiente. Esta insuficiência acentuar-se-á provavelmente no futuro devido a ameaças como as tendências dos preços dos produtos de base, factores tecnológicos e o impacto das alterações climáticas, que apontam para a necessidade de uma maior intervenção pública futura.
Arte e Desenvolvimento Rural
http://www.campoadentro.es/es
Montado de sobro
http://www.youtube.com/watch?v=V_3PYn4ikkI&feature=player_embeddedA propósito do artigo Desenvolvimento Rural
(comunicação/informação/simbolos/sentido)http://www.youtube.com/watch?v=MJbqzugYEGM
Biodiversidade
http://vodpod.com/watch/2136524-cary-fowler-one-seed-at-a-time-protecting-the-future-of-f
One seed at a time, protecting the future of food
Cooperação e conflito, participação e associativismo
A Tale of Power & Vision
http://www.youtube.com/watch?v=XZVIWZGheXY&feature=related
Chimpanzee Cooperation: Limitations (1/2)
http://www.youtube.com/watch?v=3mv8rfJmCPk
Chimpanzee Cooperation: Limitations (2/2)
http://www.youtube.com/watch?v=mL8OaCW1X5c
Monkey cooperation and fairness
http://www.youtube.com/watch?v=aAFQ5kUHPkY&feature=related
Chimpanzee Problem Solving by Cooperation
http://www.youtube.com/watch?v=xOrgOW9LnT4&NR=1
José Portela, 2006, Kit mínimo para a sobrevivência das associações, Viver vidas e veredas da raia, ADRACES, Nº 3, pp. 14-18.
http://www.adraces.pt/ficheiros/conteudos/1174409336Viver003.pdf
Inovação
História de quem inova: Filipe Carvalho e Miguel Carvalho / Leite de burra, em pó
http://www.youtube.com/watch?v=XEVdMdbtXaw
História de quem inova: Hugo Batista e Paulo Espinha / Criação de leitões da raça bísara
http://www.youtube.com/watch?v=0ABzeyBWvHI&feature=related
Quinta da Castanheira / RTP 16 de Dezembro de 2008 / Criação de leitões da raça bísara
http://www.youtube.com/watch?v=3DfInqxfHYo&feature=related
Quinta da Castanheira / SIC
http://www.youtube.com/watch?v=sVKPvmVwXDY
Desperte para a Inovação
http://www.youtube.com/watch?v=U7fSA-RNQaM&feature=related
Inovação em Acção / IBM
http://www.youtube.com/watch?v=qJicjN-NQ5g&feature=related
Portugal regista progressos na inovacao http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-regista-progressos-na-inovacao_86177.html
Sucesso das empresas passa por parcerias tecnologicas e de inovação http://economico.sapo.pt/noticias/sucesso-das-empresas-passa-por-parcerias-tecnologicas-e-de-inovacao_86822.html
Inovação: rasgo individual ou engenho colectivo? Texto muito conciso sobre o conceito de inovação, de José Portela PORTELA, José, 2005, “Inovação: rasgo individual ou engenho colectivo”, Mãos - Revista de Artes e Ofícios, Nº 27-28, p. 51-53.
Inovo, logo evoluo
Melhoria contínua...
http://pt.kaizen.com/home.html
http://pt.kaizen.com/uploads/tx_nppresscenter/Kaizen_Forum_Nr_10.pdf
Nos últimos três anos, o Kaizen Institute Portugal tem apoiado importantes empresas eorganizações tais como o Grupo Bosch, a Salvador Caetano (cujo projecto Kaizen é relatadonesta edição do Kaizen Fórum), o Hospital Geral de Santo António e a Sonae (só para citar
alguns casos). in Kaizen Forum Maio 2008.
Kaizen (do japonês, mudança para melhor) é uma palavra de origem japonesa com o significado de melhoria contínua, gradual, na vida em geral (pessoal, familiar, social e no trabalho).
Nos anos 50, os japoneses retomaram as ideias da administração clássica de Taylor e as críticas delas decorrentes para renovar a sua indústria e criaram o conceito de Kaizen, que significa aprimoramento contínuo. Essa prática visa o bem não somente da empresa como do homem que trabalha nela. As empresas são munidas com ferramentas para se organizarem e alcançarem sempre resultados melhores. Partindo do princípio de que o tempo é o melhor indicador isolado de competitividade, actua de forma ampla para reconhecer e eliminar os desperdícios existentes na empresa, sejam em processos produtivos já existentes ou em fase de projecto, produtos novos, manutenção de máquinas ou, ainda, processos administrativos.
“Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje!”
Para o Kaizen, é sempre possível fazer melhor, nenhum dia deve passar sem que alguma melhoria tenha sido implantada, seja ela na estrutura da empresa ou no indivíduo. A sua metodologia traz resultados concretos, tanto qualitativamente, quanto quantitativamente, num curto espaço de tempo e a um baixo custo (que, consequentemente, aumenta o lucro), apoiados na sinergia gerada por uma equipa reunida para alcançar metas estabelecidas pela direcção da empresa.
Kaizen – Os 5 “S”
1. SEITON significa providenciar a ARRUMAÇÃO e deixar tudo em ORDEM – todos os materiais (sejam quais forem) necessitam ser mantidos em ordem, para que possam ser encontrados de imediato e estejam prontos para uso sempre que necessários. Deixar as coisas no lugar certo, para não se perder tempo e gastar energia desnecessária, procurando-as.
2. SEIRI significa evitar o DESNECESSÁRIO – separar o desnecessário do necessário, e guardá-lo num lugar que lhe é próprio, para que não atrapalhe a rotina de trabalho ou qualquer outra actividade. Disponibilizar as coisas realmente necessárias ao trabalho e aquelas desnecessárias guardá-las ou “passá-las para frente”. Guardá-las, porque futuramente poderão ser necessárias; “passá-las para frente” (doar) porque aquilo que é desnecessário para um, pode ser útil para outro.
3. SEISO significa manter sempre LIMPO – o local de trabalho ou qualquer outro lugar, com tudo em ordem e somente com o necessário, para que a sujidade não atrapalhe a produtividade nem provoque má qualidade na produção.
4. SEIKETSU significa manter a HIGIENE – tornando o ambiente saudável e agradável para todos.
5. SHITSUKE significa DISCIPLINA – não só aprender e seguir os princípios anteriores como hábitos salutares e invioláveis, como também educar-se com carácter firme e honrado, para vencer na vida.
Florestas em Áreas Protegidas
Seminário sobre Baldios
A paisagem vegetal e agrária do Alto Douro Vinhateiro, J. Ribeiro
No seguimento da palestra realizada hoje (15 de Março) pelo Professor Emérito da UTAD José Alves Ribeiro, deixo dois documentos do nosso interesse fornecidos pelo Prof: J.Ribeiro:
Documentos para pensar o mundo
e o "desenvolvimento"...
A propósito de cabras, cabrinhas e ... abelhas, ainda recordando debates na Visita de Estudo no Marão...
http://terracha.no.sapo.pt/
http://www.bvs.org.pt/view/viewDoaProj01.php?cod=45-
Villages on the Front Line - Niger Part 1 of 3
http://www.youtube.com/watch?v=Ri75U55QpQQVillages on the Front Line - Niger Part 2 of 3
http://www.youtube.com/watch?v=kQ8QJuNf6nsVillages on the Front Line - Niger Part 3 of 3
http://www.youtube.com/watch?v=t46sIglaqSkVideos Planalto Loess
"Rural development: improve rural economy to fight desertification"
Projecto interessante no deserto de Sahel, Nigéria. Notem como usaram "tecnologia tradicional" para combater a desertificação e fomentar o desenvolvimento!-Desenvolvimento rural na Nigéria-
http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en
Este video, intitula-se a "história das coisas". É doc. a não perder.
Educar_Rubens Alves.pps
http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&pr=goog-sl#
Novo estudo sobre bens públicos proporcionados pela agricultura na UE
A política agrícola comum desempenha um papel fundamental na ajuda à produção de bens e serviços ambientais pelos agricultores, desde que as políticas pertinentes sejam orientadas de forma adequada. Esta é a mensagem principal de um relatório elaborado para a DG Agricultura e Desenvolvimento Rural pelo Instituto para uma Política Europeia do Ambiente, hoje (26 Jan 2010?) publicado. O relatório constitui uma primeira tentativa para identificar toda a gama de bens públicos ambientais proporcionados pelos agricultores europeus e expõe os argumentos a favor do seu pagamento pelo erário público. O estudo identifica uma vasta gama de bens públicos ambientais e sociais diversos fornecidos pelos agricultores europeus, incluindo paisagens culturais valorizadas, aves das terras agrícolas, tais como a abetarda e a águia imperial, ameaçadas de extinção, e os prados que albergam inúmeras espécies em toda a Europa. Além disso, ao trabalhar o solo, os agricultores contribuem para a armazenagem do carbono e a manutenção de água e solos de alta qualidade. Os resultados deste estudo chegam numa altura em que o debate sobre o futuro da PAC se intensifica e em que estão a ser discutidos os objectivos e prioridades da PAC para o período pós-2013. O estudo conclui que uma política bem orientada, com objectivos claros e recursos orçamentais suficientes, será essencial para assegurar que os bens públicos produzidos correspondam às expectativas da sociedade.
O estudo demonstra que o público europeu atribui um elevado valor a esses bens públicos, mas os dados indicam que o seu nível de fornecimento é
insuficiente. Segundo o estudo, a PAC dispõe de uma série de medidas que ajudam os agricultores a produzir bens públicos. A combinação de
pagamentos directos e condicionalidade apoia o fornecimento de bens públicos a um nível básico numa vasta proporção da área agrícola da UniãoEuropeia. As medidas de desenvolvimento rural, tais como as medidas agro-ambientais, fornecem incentivos aos agricultores para que estes produzam uma vasta gama de bens públicos de uma forma mais orientada.
O relatório conclui que grande parte desses bens públicos não são fornecidos em quantidade suficiente. Esta insuficiência acentuar-se-á provavelmente no futuro devido a ameaças como as tendências dos preços dos produtos de base, factores tecnológicos e o impacto das alterações climáticas, que apontam para a necessidade de uma maior intervenção pública futura.
O relatório pode ser descarregado directamente da
internet através do endereço:
http://ec.europa.eu/agriculture/analysis/external/public-goods/index_en.htm